Numa operação de hortifruti, o que se vende hoje precisa estar pronto hoje ou no dia seguinte — e a pergunta das cinco da manhã é sempre a mesma: quantos maços, quantas caixas, de cada coisa, para dar conta dos pedidos do dia? A resposta já está na carteira de pedidos; só costuma estar espalhada por dezenas de pedidos e uma planilha à parte. No TricERP, o Controle de Produção Diário soma essa carteira por produto, mostra o quanto falta em produzido/necessário e, quando a produção não fecha, distribui o que você conseguiu entre os pedidos — no mesmo sistema que emite a nota fiscal.
Por que a conta do dia costuma dar trabalho
Boa parte das operações de hortifruti resolve isso no braço: alguém abre os pedidos do dia, anota numa planilha quantos maços de alface, quantas caixas de tomate, soma tudo à mão e leva o papel para a produção. Funciona — até o dia em que um pedido entra atrasado, outro muda de quantidade e a planilha e o sistema param de bater. O problema não é a planilha; é que ela vive fora de onde os pedidos nascem. Cada alteração de pedido exige refazer a soma, e ninguém tem tempo disso na correria da expedição.
Como os pedidos do dia viram uma lista de produção
A ideia é simples: se a necessidade já está nos pedidos, o sistema deveria somá-la sozinho. É o que o Controle de Produção Diário faz. Você abre um dia — lido pela data de entrega ou pela data de emissão, como preferir — e ele consolida, produto a produto, tudo o que os pedidos daquele dia exigem. A produção lança quanto conseguiu, e cada item aparece como produzido/necessário: 21/21 quando fechou, 25/30 quando faltaram cinco. Como a necessidade é recalculada a partir dos pedidos, um pedido que muda muda o número junto — sem refazer planilha.
E produção, aqui, é tudo o que a sua operação faz para ter a mercadoria pronta no dia: colher na própria horta, consolidar o que vem do produtor ou higienizar e embalar para o pedido. O que o sistema registra é quanto você conseguiu deixar pronto para atender a demanda — não importa como.
E quando a produção não fecha?
É o caso mais comum e o mais chato de resolver no papel: você conseguiu 25 de um item que os pedidos somavam 30. Quem fica com menos? O Controle de Produção Diário rateia os 25 entre os pedidos na proporção do que cada um pediu, mostra o antes → depois de cada cliente e só grava quando você confirma. Pedidos já faturados ficam de fora — a nota emitida não se mexe. E cada ajuste fica registrado no histórico do próprio pedido, com o de e o para da quantidade e o motivo.
O mapa que vai para o galpão
Da mesma tela sai o mapa de produção: uma folha A4 com a matriz produto × cliente — quanto de cada item vai para cada cliente naquele dia — com o logotipo da sua empresa. Quando houve rateio, dá para imprimir a versão com variação, que mostra a quantidade original e a quantidade depois da distribuição lado a lado. É o papel que a expedição usa para separar sem precisar consultar o sistema.
Ágil no dia a dia, integrado ao resto da operação
O Controle de Produção Diário é feito para o ritmo de quem produz e vende no mesmo dia: em poucos cliques, a carteira do dia vira uma lista de produção pronta para o galpão. Os volumes e o peso de cada carga você informa na própria tela, e eles seguem com o pedido até a nota fiscal — tudo num sistema só, sem redigitar. E quando a operação cresce para a indústria, com chão de fábrica, roteiros e ordens formais, o mesmo TricERP tem o módulo de PCP esperando, no mesmo lugar.
Feito para o agro, sob medida
A Central Comercial Agro nasceu da rotina real de uma operação de hortifruti e hoje vive dentro do módulo Comercial, ligada por empresa quando faz sentido. Se o seu segmento tem uma exigência própria — outra forma de agrupar a produção, um relatório específico, uma integração — o caminho no TricERP é solicitar uma análise de viabilidade e, aprovado o escopo, patrocinar o desenvolvimento. Não é um catálogo pronto de tudo; é um sistema que cresce onde o cliente precisa que ele cresça.



