Antes da primeira nota fiscal, o TricERP pede um conjunto pequeno de configurações — certificado digital, séries, ambiente e, para NFC-e, o código de segurança. Cada uma vive no lugar certo: por empresa e, quando a legislação exige, separada por ambiente de homologação e produção.
O que a rotina faz
- Certificado digital A1 com validação. O sistema lê o arquivo antes de salvar e mostra CNPJ, razão social, emissor, validade e dias restantes — você confere que subiu o certificado certo. A senha é armazenada criptografada.
- Séries e numeração sob controle. Sequências de numeração separadas por tipo de documento, série e ambiente, com consumo à prova de duplicidade.
- Homologação por padrão. Toda empresa nasce no ambiente de testes: dá para emitir, autorizar e treinar a equipe sem nenhum valor fiscal, até estar pronta para virar a chave.
- Trava de produção. O sistema não deixa alternar para produção sem certificado válido, CNPJ completo e — no caso da NFC-e — o código de segurança do ambiente de produção. O clássico "foi para produção faltando coisa" é barrado na configuração, não na rejeição da SEFAZ.
- Disponibilidade da SEFAZ à vista, com o status dos ambientes lado a lado na própria tela.
Por que é assim
Erro fiscal custa caro e costuma ser descoberto tarde — na nota rejeitada, na multa, no cliente esperando o documento. A configuração do TricERP assume a postura de um contador cuidadoso: começa em ambiente de testes, valida o certificado antes de aceitar e confere os pré-requisitos antes de deixar a empresa emitir com valor fiscal.
