Em boa parte dos sistemas de gestão, o financeiro é o setor que digita de novo o que a empresa inteira já digitou. A venda foi feita, a nota foi emitida — e mesmo assim alguém precisa abrir o contas a receber e cadastrar título por título, parcela por parcela. Cada redigitação é uma chance de erro: um valor trocado, um vencimento esquecido, uma parcela que nunca entrou.
No TricERP, o caminho é outro: os títulos nascem prontos. Quando uma NF-e (nota fiscal eletrônica) de saída é autorizada, o título a receber já aparece no financeiro. Se a venda tem condição de pagamento em três, quatro ou dez parcelas, todas elas são geradas automaticamente, cada uma com seu valor e vencimento. Do lado das compras, a confirmação de uma NF-e de entrada — ou de um pedido de compra — cria o título a pagar do mesmo jeito. O financeiro deixa de ser retrabalho e passa a ser consequência natural da operação.
Um lugar só para pagar e receber
Contas a pagar e contas a receber não vivem em telas separadas: são movimentos financeiros na mesma lista, com um seletor que alterna entre todos, só os pagamentos ou só os recebimentos. Isso muda a forma de enxergar o caixa. No topo da lista, os indicadores mostram quanto há a pagar, quanto há a receber, o que está vencido e o saldo projetado — o dinheiro que a empresa realmente tem, somado ao que vai entrar e descontado do que vai sair. Filtrou um período, os números recalculam na hora. É a diferença entre consultar relatórios e simplesmente olhar para a tela.
E quando o título não vem de uma nota?
Aluguel, contador, assinaturas de software, uma receita eventual: nem tudo passa por pedido ou nota fiscal. Para esses casos existe o lançamento manual, com dois cuidados que fazem diferença no dia a dia. O primeiro é a classificação assistida: em vez de escolher natureza financeira, conta contábil, centro de custo e projeto do zero a cada lançamento, o sistema sugere a última classificação usada com aquele cliente ou fornecedor. Quem lança a conta de energia todo mês não precisa lembrar em qual natureza ela entra — o sistema lembra.
O segundo é a recorrência: uma despesa que se repete pode ser gerada de uma vez até a data que você definir, em frequência semanal, mensal ou anual, entre outras. O aluguel do ano inteiro entra no fluxo de caixa em um único lançamento.
Há ainda um detalhe que costuma passar despercebido até fazer falta: em compras com retenção na fonte — como a de produtor rural —, o título já entra pelo valor líquido, com as retenções demonstradas no próprio movimento. O valor a pagar é o valor certo, desde o primeiro segundo.
Título certo, no lugar certo, sem digitar duas vezes. O resto — receber, pagar, cobrar — fica muito mais simples quando o começo já nasce correto.
