O Configurador Fiscal é a central onde a empresa define como o TricERP calcula impostos e emite documentos fiscais: o regime tributário, as operações com seus CFOPs (Código Fiscal de Operações e Prestações), as alíquotas especiais e as regras condicionais. Tudo em um lugar só, organizado como um pipeline de quatro etapas numeradas — cada etapa alimenta a próxima no cálculo automático.
O que a rotina faz
- Organiza a configuração em quatro etapas: Perfil Fiscal (regime e enquadramento), Operações Fiscais (CFOPs e CSTs padrão), Alíquotas Especiais (exceções de alíquota da empresa) e Regras Fiscais (exceções condicionais).
- Mostra no Painel os alertas que importam antes da primeira nota: operação sem CFOP, saída sem CST, estado sem alíquota interna cadastrada, produto sem origem da mercadoria, cadastro de cliente contraditório.
- Protege o cálculo com um circuito de aprovação: uma alíquota especial recém-criada nasce pendente e o motor só a aplica depois que alguém a aprova — mudança de imposto nunca entra em produção por acidente.
- Detecta sobreposições entre alíquotas do mesmo produto e mostra qual delas o motor vai aplicar, em vez de deixar a dúvida para a fiscalização.
- Traz um Simulador que roda o mesmo motor da emissão: você testa um cenário (produto, valor, rota, tipo de cliente) e vê cada tributo calculado, com a origem de cada número — sem emitir nada.
Por que é assim
Imposto errado descoberto em fiscalização custa caro e não se corrige com carta de correção. Por isso o Configurador prefere avisar antes a remediar depois: os alertas do Painel apontam o que falta, o Simulador mostra a conta antes da primeira nota, e o que muda o cálculo exige um ato explícito de aprovação. A empresa enxerga e decide; o sistema calcula e explica.
As alíquotas que cada estado pratica — e a retenção do diferencial nas vendas para uso e consumo de contribuinte — têm um guia próprio: veja "Alíquotas por UF e o DIFAL de uso e consumo".
